Mostrar mensagens com a etiqueta Comissões de Intermediação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comissões de Intermediação. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os custos escondidos nos investimentos em bolsa

Além das comissões de transacção referidas à dias atrás, também os spreads bid-ask constituem um custo de negociação em bolsa. Quando transaccionamos títulos em plataformas de negociação estamos sujeitos a pagar\receber preços diferentes consoante se trate de uma compra ou de uma venda. Esse diferencial é designado por spread bid-ask, sendo que esta variável se traduz numa medida de liquidez.

Em relação aos spreads bid-ask dos títulos negociados na Euronext Lisbon, um estudo publicado recentemente conclui que as acções do PSI-20 registaram em termos médios uma redução significativa deste tipo de custos, quando comparados os anos 2000 e 2010. Um comportamento inverso sucedeu nas restantes empresas (não PSI-20). Outro aspecto focado pelo estudo foi uma comparação deste tipo de custos a nível internacional, tendo-se concluído que os títulos do PSI-20 apresentavam ainda assim, custos significativamente mais elevados que os títulos de outras bolsas, como a francesa, belga, inglesa ou espanhola.

http://www.cmvm.pt/CMVM/Estudos/Em%20Arquivo/Documents/EstudoCMVM022010.pdf

terça-feira, 31 de maio de 2011

Dentro dos custos de intermediação financeira incluem-se as comissões de corretagem, as comissões de custódia, as comissões de pagamento de dividendos, as despesas de portes e expediente associadas ao serviço de pagamento de dividendos e as despesas de participação em assembleias-gerais. Associados a estes custos há ainda a considerar impostos e taxas fiscais e parafiscais.

Comissão de corretagem: trata-se da comissão cobrada pelo intermediário financeiro que recebe a ordem. Sobre esta comissão incide imposto de selo à taxa de 4%. Alguns intermediários financeiros cobram a comissão de corretagem ainda que a ordem não seja executada ou seja alterada. Esta comissão pode assumir um montante fixo ou ser ad-valorem, isto é variar com o valor da transacção.

Comissão sobre pagamento de dividendos: o intermediário financeiro cobra geralmente uma percentagem do dividendo líquido, existindo valores mínimos para esta comissão. Adicionalmente acresce uma taxa de IVA de 23%. Em regra é uma comissão ad-valorem, ou seja, depende do montante de dividendos a receber. Todavia, em alguns intermediários apresenta valores mínimos (por exemplo, 5 Euro),  penalizando sobretudo os pequenos investidores.

Comissão de custódia: trata-se da comissão que o intermediário financeiro cobra "por guardar" as acções. Adicionalmente acresce uma taxa de IVA de 23%. 

Fontes:
http://www.deco.proteste.pt/poupanca/custos-de-investir-em-accoes-atraves-da-internet-s257180.htm

http://www.cmvm.pt/CMVM/SDI/Informacao%20sobre%20Intermediarios%20Financeiros/Pages/Custos%20de%20Intermediação%20Financeirab.aspx

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Investir em bolsa

Ainda antes da viragem do milénio, deu-se o advento do capitalismo popular em Portugal fomentado pela leque de privatizações. Muitos portugueses compraram acções, alguns realizaram mais-valias, ao passo que outros perderam dinheiro.

Todavia, antes de efectuar o investimento é importante escolher o intermediário financeiro com a tabela de custos que melhor se adequa ao perfil do investidor. A CMVM divulga no seu site um simulador de custos. Para o consultar poderá ir ao seguinte endereço:

http://www.cmvm.pt/CMVM/SDI/Informacao%20sobre%20Intermediarios%20Financeiros/Pages/Custos%20de%20Intermediacao%20Financeiraa.aspx

Este simulador permite avaliar potenciais custos, tendo em consideração o canal utilizado, o mercado de investimento (doméstico ou internacional) e o montante de investimento.